Esses eventos estão se tornando o paraíso de agências de marketing virais e de blogueiros sem qualquer conteúdo, gente que quer apenas fazer (pouco) dinheiro copiando e colando informações em seus blogs. Acho um meio de vida pobre, triste e poluidor"
via Folha Online
André Dahmer, se achando genial e criativo, por defender que a web seja um lugar em que nada se recicla.
Babaquice sem tamanho.
Se você ligar o rádio pela manhã, os locutores estão lendo matérias dos jornais impressos; Se você ler uma noticia em algum portal, muitos fazem referência à entrevistas que foram ao ar na TV.
Se, por outro lado, você assistir TV, invariavelmente vai encontrar citações de jornais, portais, reproduções de entrevistas em rádios.
O que isso quer dizer? Copiar e colar não é o que está errado. Errado é fazer isso sem um mínimo de seleção, sem dar alguma unidade a tudo que você copia, cola, faz referência, parafraseia, sintetiza, reescreve.
Continue com os Malvados, meu senhor. É o suficiente.
"Há mais de "A Pedra do Reino" e "Hoje É Dia de Maria" no barroquismo cênico de "Capitu" do que talvez exigisse uma adaptação fiel à ironia e à sutileza machadianas, no centenário da morte do autor. Mas a questão é justamente como ser fiel a Machado, na era da internet e da MTV?"
MTV? Precisa fazer algum comentário quanto ao fato de alguém citar a MTV como sendo a representante do novo milênio?
A expressão é batida, está desgastada, é um clichê, eu sei. Mas se encaixa perfeitamente nesse caso.
A empresa vende tempo, basicamente. Cinco minutos por US$ 5.99. Ou dez, quinze... tudo por US$ 5.99. Trinta minutos custam mais caro, US$ 7.99.
São contadores para colocar nas sua apresentações de Keynote. E são a prova de que existem inúmeras, diversas, incontáveis formas de ganhar dinheiro, nem que seja vendendo tempo.
De acordo com a coluna, o governo José Serra exigiu contrapartidas como uma reforma na parte elétrica da emissora e aumento da programação --para melhorar a audiência e diminuir a quantidade de reprises -- para continuar repassando os cerca de R$ 70 milhões anuais, quantia que pode aumentar no próximo ano."
Me parece bastante justo. Já que a Cultura subexiste com o meu dinheiro, similar ao que acontece com a TV por assinatura, deviam entregar mais programas que atraiam a atenção sem perder o diferencial da qualidade percebida (1º lugar em ética e independência editorial segundo o midiakit deles) que a emissora carrega por toda sua história.
Mas que não se mirem no modelo dos canas de TV a cabo no quesito reprise, caso contrário a audiência vai assistir reprises de Glub-Glub, Vitrine e Grandes Momentos do Esporte 98 vezes por semana, bem ao estilo AXN / Universal / TNT.
PS1: Re-runs de programas da Cultura podem ser chatos por serem reprises, mas valem mais que Hellboy vinte e duas vezes no mês em meia dúzia de canais diferentes.
PS2: Continuo achando estranho que a emissora com a maior independência editorial percebida (52% da população, contra 41% do segundo colocado (Band), 26% da Globo e 17% da Record) seja uma emissora do Governo do Estado. Estranho, mas não errado.