De fora da exposição, mas dentro do Inferno, estão os "catecismos", romances "para meninos". E não, eles não foram inventados por Carlos Zéfiro: antes dele, nas duas primeiras décadas dos século 20, títulos salientes como Prazeres de colegial, Um marido em apuros e Chifres para todos já faziam a alegria dos leitores. Estão, agora, no Inferno. Que é, certamente, um lugar bastante divertido."
Dois, como informação, a parte da matéria que cita a exposição "Homoerotismo: prazer entre iguais" serve como exemplo de informação bem transmitida. Você sabe o assunto, quando ela começa, o que estará exposto... Saber o local? Não, não precisa.
Jornal do Brasil, né.
Como o importante é tirar até o último centavo dos fãs de jogos eletrônicos, dos fãs de coleções de comédias em DVD e dos fãs de vinis originais dos anos 70...
Kraftwerk + PS2
Gene Frankle + PS2
O cantor Humberto Gessinger, líder da banda Engenheiros do Hawaii, anunciou em seu site oficial que o grupo vai fazer uma pausa temporária.
O músico não explicou o motivo da parada e, segundo ele, não se sabe quando a banda vai retornar.
“Talvez voltemos para comemorar os 25 anos, dia 11 de janeiro de 2010”, informa. “Talvez um pouco antes ou muito depois.”
Two weeks left. It's hard to describe this feeling of almost freedom; of a body that wishes to break a barrier; all the little things I want to do; all the thoughts and fears...Especially this urge to feel like I'm part of the world without belonging to a uniform, without commands and regulations, without any commitments. To be able to choose at every moment the place I want to be."
Sejamos bastante sinceros, ela não é a escritora mais brilhante que você vai encontrar em toda a história de Israel. Mas não parece que Rachel Papo faz muita questão disso. Nesse Serial No. 3817131, o que valem são as imagens que ela produziu ao voltar, quinze anos depois, à base em que serviu aos dezoito anos quando se juntou às Forças Armadas Israelenses (Não que ela tenha feito isso de forma voluntária, claro).
O título do livro é o número de registro da autora enquanto servia na IDF, e o que talvez mais impressione em quase todas as imagens - e como ela faz questão de deixar claro em um dos textos - é ver que em quase todos os momentos, exceto fumando ou tomando cerveja (folga, será?) elas jamais largam o rifle. Dormem com ele. Paranóicos, psicóticos, surtados, assassinos e similares surgem assim...
As imagens, salvo engano mais fotos do que aquelas presentes no livro, você pode ver no site dela. Mas é aí que está o truque: mesmo sem brilhantismo literário (e quem sou eu para julgar isso) as fotos sem os fragmentos de texto que ela coloca no livro tem seu impacto, seu significado, bem reduzidos.
(Sim, é repetitivo. Mas dessa vez ao menos não vou comparar a qualidade fotográfica da capa de uma edição francesa e uma brasileira, então mereço algum crédito pela evolução do raciocínio.)
O que incomodou dessa vez foi o simples fato de que a Playboy francesa parece ter entendido - em menos tempo, já que eles estão no número 92 e nós estamos na edição 397 - que não, a Playboy não é mais a fonte número um de falta de roupa.
Julgando pelas pequenas fortunas pagas pela Abril para as moças que saem em suas páginas, muita gente ainda busca mulheres peladas em suas páginas, mesmo com a internet sendo o maior depósito de sexo explícito imaginável (46 milhões de sites, excluindo os americanos, isso com dados antigos)
(Certo, existem as pessoas que dizem que o acesso a web cresce no Brasil mas já que isso ocorre muito às custas de lan-houses e afins, não era de se esperar que esse mar de homens ficassem olhando sexo explícito na frente de mais doze pessoas, então imagno que sim, eles apelam para a Playboy. Me desviei do assunto? Imagine...)
Voltemos a capa. Chet Baker, Ford Mustang, Dylan, Kurt Cobain, Crystal Castles, The Do, Yelle... Não sei, pode realmente ser uma visão distorcida de um passado que eu não vivi (e como não tive a sorte de comprar uma coleção de Playboys americanas antigas, como certas pessoas, não tenho mesmo como ter essa certeza) mas a revista não fica muito mais significativa assim, quase da forma literária que eram as primeiras edições da Playboy americana?
As próximas (muito próximas) gerações não vão comprar revista para ver mulher pelada. Não cresceram assim, não precisam disso. Então uma revista que traga boas coisas para ler ao invés de fotos para apreciação solitária não tem mais chances de continuar a ser publicada, ainda mais em mercados que criam e matam revistas quinzenalmente?
Sim, muitas revistas de boas matérias morreram. Sim, a grande maioria não era bancada por grandes editoras. Logo, juntar as boas matérias, a grande editora, o peso do nome da publicação, tudo isso, não pode dar certo? Se até a VIP consegue ser menos inútil que a Playboy nacional, isso não cria nenhuma sinapse na cabeça de algumas pessoas?
Sorte do J.R. Duran e seus seguidores. Ainda devem faturar muito por três dias de fotos em paraísos.
(Sim, eu continuo com parênteses demais. Desculpe, meu raciocínio é assim mesmo. Culpa das férias, gostaria de pensar, mas não, sempre foi assim...)
Today's youth would rather go online, play videogames or watch TV than read magazines or books. According to new data released Thursday (June 19) from research firm Youth Trends, the percentage of teens (ages 13 to 17) and 'tweens (ages 8 to 12) who read a magazine for fun declined for the third consecutive year, while TV viewing, online and mobile usage increased."
Sempre que saem pesquisas com dados desse tipo - e elas são abundantes - me chegam os mesmos dois pensamentos:
Um - Eles precisam mesmo pesquisar para concluir que as novas gerações não parecem ter o menor interesse em leitura, seja de jornais, revistas, livros ou bulas de remédio?
Sim, eu até imagino que na hora de apresentar alguma brilhante idéia de mídia online para seu gerente, você faz a festa com esses dados. E ele quer ver esses dados, mesmo que sejam batidos, reduntantes, óbvios ou que ele não entenda nem o que tweens significa (E como p.s., entre tweens e twee, claro que prefiro o segundo...)
Tudo bem, algum instituto deve faturar horrores ao buscar essas informações e interpretá-las.
Dois - A mistura de medo do futuro e descontentamento somada a idéia de que realmente não é uma boa idéia ter filhos fica mais presente.
Não, eu não quero que tweens (como esses termos irritam) leiam Em Busca do Tempo Perdido aos 14 anos. Eu nunca li e tenho o dobro dessa idade. Mas não consigo encarar com normalidade o desinteresse que as pessoas, jovens pessoas, demonstram por algumas coisas fundamentais na formação de um... cérebro.
Sim, minha geração deve ter feito a mesma coisa. Sinal de que estou ficando velho e assumindo a postura que tanto criticava, de que "esses velhos nunca me entendem".
É, deve estar na hora de encarar aqueles sete volumes e comecar a trocar a cerveja por um conhaque, o cigarro por um cachimbo e as camisetas velhas por novíssimas polos.
Quatre filles et un garçon : CSS est un groupe de jeunes qui brûlent des calories comme on se goinfre de Nutella."
Olha só... A melhor coisa que podiam colocar em um texto do CSS. Nutella. Delícia.
A Japanese firm has produced a 38 cm (15 inch) tall robotic girlfriend that kisses on command, to go on sale in September for around $175, with a target market of lonely adult men.
Using her infrared sensors and battery power, the diminutive damsel named "EMA" puckers up for nearby human heads, entering what designers call its "love mode."
O que está errado com o mundo, alguém sabe explicar?